A quem interessar possa:
Estou com as primeiras 50 páginas do segundo livro de Synchronicity, Tipheret e fazendo roteiro pra um projeto que tanto pode ser animado ou Live Action. (É, ganhei a luz verde)
Mesmo começando a partir do Mahapralaya, vou incluir seqüências do “Todas as Primeiras Vezes” ( que não passa de uma coletânea de histórias de origem) e estou seco pra ouvir Simone Marie dizendo a frase:
“O que sempre me atraiu nele é que refletida em seus olhos eu me tornava especial.”
Ta bom… Também estou louco pra saber se a cena que a Andréa retira seu vibrador/porta chaves vai passar.
O segundo livro, Thiphereth é todo sobre a ruiva e é mais melado que o primeiro.
Ainda perseguindo Amy
No meio de tanto stress eu descobri que o Go Ear voltou. Je vous Salue Tipheret, pois é da sombra de seus olhos verdes que eu renasço para o inconsciente coletivo.
Não me lembro de você…
Sexo, Elaine e Rock n Roll… Sabe, gostaria realmente de lembrar melhor desses tempos, mas quase morrer em 2001 apagou tudo. Ta…Eu arrisco as drogas, o álcool e o tédio como motivos. Bater com a cabeça? Levar um tiro? E isso lá é motivo…
Mas eu realmente não me lembro dele! Sei que é amigo do Anderson, que desapareceu e que quase que foi bater polícia no meu apto (segundo ele ) porque eu o espanquei. Mas seja pelo acidente ou pela quantidade monstruosa de LSD que eu usava… Ele sumiu na página dois.
Alzenheimer Convenientis é isso ai… Sempre conhecendo (e fazendo merdas) com as mesmas pessoas diferentes todos os dias.
Acho que conhecer o dono da “O Passado Te Condena” teve fundamento. Talvez eu deva processá-los pelo uso do nome de minha Autobiografia póstuma. (Vou ter de inventar outro, NE? Passei dos 30 anos e to começando a flertar com “Ma Vie en Rose” Uia!)
Ah,ta… O Blog do Luís… A Versão preta do Armand costumava dizer que éramos Louis e Daniel.Sei… Sempre me imaginei com a cara do Christian Slater.
Sabe, sempre quis saber que borboleta saiu da lagarta do Anderson…
Ah, saco… Falei demais. Vou parar.
Mas o blog é legal. Leiam.
http://www.noticiasdofront3.blogspot.com
Ô Luís… Você ainda faz teatro? Quer um roteirista Heterossexual com pouco uso? Daqui a algum tempo vou me colocar no E-bay! Roteiristas Hétero são como a água. Preserve que tão acabando.
Vamos sentar e rachar um absinto velho de guerra? Vai que eu lembro de você?
Seis Balas
Algum tempo atrás, alguém me disse que a distância entre ele e a liberdade eram seis balas, sorriu e me mostrou seu 38. De um jeito ou de outro ele conseguiu a sua liberdade com seis balas. (nele)
Hoje, descobri que o irmão dele também encontrou, mas com uma só. Certeira.
Acho estranho isso, mas entendo que de onde vim (não para onde vou) este tipo de coisa é normal. Algumas vezes acho que fui podado demais e perdi os “colhões”. Como me disseram hoje e eu concordo.
Se os mundos fossem trocados nenhum dos dois (eu e ele) sobreviveria. Não tenho a fúria dos sem futuro e ele não teria a habilidade dos manipuladores de informação. Seríamos dois no chão.
Em alguns momentos eu me pergunto se toda a laca lógica não atrapalha mais do que ajuda. O bom selvagem não sobrevive quando é libertado pelos feitores ou captores. E no mundo atual, acaba se deprimindo e precisando de remédios quando é devolvido a seu “Habitat” original sem os instintos de sobrevivência necessários.
Convém lembrar que o “refinado” também não é aceito de volta entre os selvagens. Não é bem visto já que não é nenhum dos dois lados da questão, um apátrida social (em duas sociedades) que algumas vezes resolve seus problemas com apenas uma bala.
Ah, sim… Pra você se situar nos meus delírios: Imagine dois gêmeos, ok? Um deles bandido morto na chacina de Vigário Geral, o outro… Médico, com vários anos de exterior nas costas e que teve de voltar pra favela depois de ter perdido tudo. Pra este, “Alemão” rimou com depressão. Click! Bang!
Sempre que vejo histórias como essa eu guardo minha caixinha de balas no fundo da gaveta e entendo os dois. No meu caso, tudo é uma questão de tempo. Qualquer coisa entre o cão e um projétil voador me criaria mais problemas do que soluções.
Veja os problemas que o chumbo trouxe aos meus vizinhos e se pergunte: “Vale a pena?”
Independente da resposta seu futuro vai ser delineado a partir dessa pergunta.
Mas tudo na vida pode ser rearranjado, ok? Todo bonzinho acaba virando um coitadinho e animais selvagens confundem tudo com medo.
Ação e ereção
Sou um urso e o inverno é um belo convite pra Hibernar. Na verdade não é bem um convite, mas tudo bem…
Comentei com um amigo: “Se chupar um pau me esquentasse eu juro que faria…” Não é que o idiota botou o dele pra fora? Tem gente que não entende sarcasmo…
Ai ele me contou que era viado novo e eu entendi tudo.
Sabe aquele cara que vai a Paris e volta tão deslumbrado que parece viado? O viado novo só não foi a Paris. O deslumbre é o mesmo. Sem as pregas, ele vê estrelas em todos os cantos e acha que todos estão só esperando o momento certo de agasalhar neste inverno.
Nestes dias em que ser viado é legal, viados novos não se tornam tias velhas. E muita gente legal vai pra terra dos pés juntos tentando ser “Bare”, (barelly fucked?) que é um retorno aos anos 70, quando o velho látex ainda era novo e nocivo.
Sabe o que eu acho? O Viado novo é a tia velha com um sutil erro de paralax. No fundo, a tia velha adoraria que um garotinho fosse pau pra toda obra.
É, mas só me chamam assim… Não sou uma. E o cara ficou puto quando perguntei se jorrava Ovomaltine. Tem gente que não entende uma piada e perde o amigo…
Ah, é… Negros gays são os coitadinhos dos coitadinhos.
Se mata. Na boa. Quanto a mim, vou ver se compro um cobertor elétrico ou aparelho de calefação.
Mulher resolve, mas… cadê?
Nostalgia é uma puta…
Com mil coisas pra fazer e resolver,decidi sentar e assistir a versão “Number One” dos Thunderbirds.
Respeito o Johnatan Frakes, um ator que com uma barba, evoluiu de simulacro do Shatner a um dos diretores responsáveis pela franquia Star Trek. Pois é, numa série em que o protagonista é careca e narigudo, um pouco de cabelo fez toda a diferença.
A puta da nostalgia… Achei esse filme naquela feira de Sábado no Porto. Ganhei, sabe? Compre os DVDs Synchronicity, a Importância de Ser Ernesto, Mortadelo e Salaminho e Ganhe… Thunderbirds.
Deve ser a versão deles da nossa bala Juquinha. Uma feira de ciganos é tão segura e organizada quanto um trem pra Baixada Fluminense. É a “Robauto” deles… Você pode comprar de um quadrinho clássico a uma companhia pro final de semana mais inesquecível de sua vida. Se sua carteira ainda estiver em seu bolso quando te fizerem essa proposta, aproveite. Ciganas são ótimas com as mãos, lembra? Ah, sim… Não seja ingênuo de contar essa aventura praquela sua parceira de relacionamento aberto. Só tem uma raça que provoca mais baixa-auto estima sexual nos Europeus que os Brasileiros.
A moçolina em questão ficou furiosa ao descobrir que sua fantasia também tinha fantasias. E realizou uma. Bem, pelo menos os Ciganos só seqüestram criancinhas, não Kidults de dois metros.
Thunderbirds, certo? Desde Bob, o boneco anatomicamente perfeito, as pessoas não se divertiam tanto pensando em bonequinhos. E esse foi o gancho de um filme que escolheu o foco errado, mesmo deixando claro que o personagem de Ben Kingsley apreciaria o boneco “Bob” em tamanhos,mais… Realistas. Gandhi Biba? Bem, eu nunca colocaria a mão no fogo pelo anel de benzeno de um dos meus atores preferidos, mas os melhores vilões tem esse toque gay tal qual as vilãs que foram ficando cada vez mais fetichistas. Já que o protagonista é sempre assexuado, alguém tem de se divertir. E o mal é sedutor. E desculpa, mas a roupinha de Lady Dragão é de doer…
Você já deve ter visto “Pequenos Espiões”, “Sky High” e todos estes filmes em que a molecada salva o dia. Thunderbirds é só mais um desses.Hillary Duff (ou outro clone da moda) está perfeita como Lady Penélope “Pois é, Parker… O Rosa é o novo preto. Está na moda”.
O Roteiro é quase o mesmo do primeiro “Pequenos Espiões” e te leva para uma conclusão óbvia. Não importa o que aconteça, os garotos viram pilotos. E isso mata o filme.
Alguém se lembra da série? Qualquer episódio daria um filme maravilhoso. Com todos os conceitos de aventura, Ficção Científica e suspense que cativaram décadas e inspiraram criadores disponíveis, resolveram fazer um especial com Lady Penélope e os garotos.
Não deixa de ser uma história… Interessante. Iconoclasta e idílica ao mesmo tempo. Dá pra identificar todos os elementos da jornada do herói na história e a grande sacada da história foi a idéia de perverter o símbolo. Ainda que usar os Thunderbirds pra roubar um banco foi uma idéia de jerico. Pombas, com aquele maquinário dava pra fazer uma nova ordem mundial invadindo todos os lugares importantes e antes inacessíveis.
É de matar. E dublado fica ainda pior, pois nunca pronunciam o nome direito. Mas é divertido ver outra versão dos “pequenos espiões”. Ajuda na digestão. E ver as cordinhas na primeira vez que o Alan usa o Thunderbird 1 é tudo de bom.
Lizzie Borden
Desde Karla Paz, Lizzie Borden é a primeira pessoa a pedir pra ser incluída por aqui.
E atendendo a pedidos…
Lizzie é uma figura curiosa, ainda mais do que o esperado de qualquer pessoa capaz de assumir essa alcunha. Ela tem o olhar cruel e frio, mas o coração quente e doce. A menina com o machado na guitarra. A vocalista cuja voz lembra a da Enya, mas com a expressão de um cadáver. Funciona bem numa banda Darkwaver.
Não posso falar mais do que isso dela. Quer dizer, até posso, mas a premissa da banda é que ninguém – nem nós – saiba muito sobre o grupo, o que implica na intimidade perversa das máscaras e codinomes. Serial Killers, certo? Mim Chas Você Lizzie.
Na verdade, a liberdade do anonimato é tentadora… Podemos ser quem e o que quisermos e ainda voltarmos para nossas vidas sem grandes perguntas. E essa é a idéia do grupo, o Anti-ego… É como os velhos grupos satanistas dos anos 50 que se escondiam por trás de sorrisos e simpatia, mas funcionavam a portas fechadas. Sem egos e etc… Uma versão nacional do Kiss ou do Gwar.
Duas bandas de homens sem rainhas vermelhas com cabelos de brilho acobreado.
Lizzie Borden, certo? Sabemos bastante um do outro… Nos conhecíamos antes.
Mais do que isso perde a graça e revela o segredo.
Nite Nite, Lizzie. Escreverei uma carta ao Letterman em sua homenagem. RS
Ah, sim…Minha identidade é pública, mas só a quem interessa. Acho isso divertido. Há milhares de pessoas dentro de você. Experimente mais de uma e veja de qual gosta. No meu caso, gosto de todas elas, já que são subpastas do arquivo raiz.
Daemonização
A palavra demônio vem de “Daemon” ou “Forma de pensamento” em grego/Latim. Se você lembrar que por volta de 2000 anos atrás, grego e latim eram o inglês de então, temos resposta para algumas perguntas clássicas.
Daemonizamos ou demonizamos pessoas e situações. E esse é o único poder que elas têm sobre nós. O mal que criamos como desculpa para nossos erros.
“Mas é difícil porque…” Eu não quero ou não acredito em mim. E temos o habito de acreditar que alguém foi (está sendo) nosso daemon. Se não o próprio.
Ainda sobre traduções… Já parou pra pensar que um erro besta de tradução pode ter criado a mais temida entidade dos últimos 2 mil anos? Tudo que mais de uma pessoa acredita vira uma verdade e este conceito já está dentro do “inconsciente coletivo” há tanto tempo que virou uma perigosa realidade. Existe porque assim queremos…
É o mesmo com as pessoas… Nunca paramos pra pensar que nossos antagonistas também têm os deles. E isso os torna tão humanos quanto qualquer um de nós. No final, são só pessoas (ou situações) que existem pra testar sua vontade.
Que ela seja sempre soberana. O mundo muda a partir de você.
Jaya!
A culpa…
Em algum momento ela ate pegou.
A danada da culpa te fez mal e você não gosta disso. Falar da culpa é curioso, sabia? O que dizer de algo que “colocaram em sua cabeça”. E é exatamente isso… A culpa é social. O que te mata pode ser motivo de riso em alguma cultura.
Uma idéia besta e simples: Você se entope de refrigerante e arrota com o gás. Todo mundo te recrimina. Ema automática, pois você não sabe onde enfiar a cara. Hábitos Europeus… Eu quase levei uma surra quando me envolvi com uma libanesa e todos – menos eu – arrotavam à mesa. Mamãe disse que era feio…
Outro exemplo super simples… Em culturas latinas somos possessivos e defendemos nossa honra, mas entre índios e esquimós é normal oferecer a esposa para acalentar o viajante durante a noite.
A culpa… Aquilo que te mata só existe porque você está aqui…. Já penou em ir pra lá ou em matá-la?
Matando a culpa nos sentimos livre e inteiros pela primeira vez há muito tempo. O mundo está mudando e temos de mudar com ele. O tal “Novo Milênio” que tem sido anunciado desde os anos 60 chegou e você ainda se sente culpado? Ah, isso é tão milênio passado…
Não ta na hora de você se abrir pras novas possibilidades?
Jaya!
Alexandre D´Assumpção .
Fluoxsofia…
Gente, tô testando um novo conceito de coluna. Alguém pode opinar e dizer se tá uma merda ou aceitável?
O nome é Fluoxsofia, que é uma piada com filosofia feel good tipo as merdas que o Paulo Coelho escreve.
Pra quem sacou, a piada é com fluoxetina, o principio ativo do Prozac, que também foi criado pra te deixar bem.
Seguem duas.
Sumpa.