Censura.

Junho 22, 2007 at 6:33 pm (Uncategorized)

Já ouviu falar do “Holandês Voador”? Segundo a lenda, ele é uma criatura fora de seu tempo, amaldiçoada a singrar o mundo em seu navio fantasma.

Estamos no Brasil e a censura – ou a maneira como pretendem voltar a praticá-la – é o nosso Holandês Voador.

Algumas pessoas dizem que a diferença entre um liberal e um tirano é o timing. Ou… O momento em que tudo se torna “pessoal”. O liberal criticado e colocado contra a parede de hoje é o tirano de amanhã, mesmo que a nova moda seja negar tudo.

Em algum porão da história, nosso capitão está de volta, na forma de um homem que detém o poder de decidir o que é permitido para toda a família. O mesmo não deu essa marca para as “Menininhas Super Poderosas”.

Motivo? Elas comemoram suas vitórias num Shopping, templo sagrado do capitalismo e da alienação. Segundo ele, o desenho deveria celebrar no “Palácio da Justiça”. (Como os Super-Amigos)

Isso dá medo. Imagina o poder que uma criatura dessas tem nas mãos e se pergunte: “Seria uma pessoa capaz de liberar um selo importantíssimo e caríssimo corruptível?” Terra Brasilis.

Em algum momento, vão voltar a encadernar todos os livros com a cor verde do exército em contraponto ao subversivo vermelho. (uma alusão ao comunismo)

Entenda: Nada acontece de um momento pro outro, uma vez que já vimos à volta da classificação e apesar disso ter levantado uma série de questionamentos, sabemos que dentro de casa, os pais acabam deixando os filhos assistir mais do que o permitido, então à grande movimentação tem sido da própria mídia, descontente com a perda da parca liberdade adquirida nos últimos anos.

Seria ingênuo imaginar que as empresas não têm um “padrão de qualidade”, mas com a quantidade crescente de programação duvidosa, devemos questionar até que ponto isso tem sido seguido. A qualidade questionável de programas como “Sem Controle” serve de alerta. Sem criatividade, a classe artística voltou a apelar. A liberdade tornou-se um tapa-buracos criativo.

Quando a classe artística reclama da censura, ela deveria olhar para seus pares e repensar seu jeito de trabalhar. No momento que isso ataca o livre arbítrio e cria a imagem de um novo “bicho papão”, vira um problema de todos nós.

É a sombra do Holandês pairando sobre nossas cabeças. Será que não está na hora de nós mandarmos este fantasma para outras terras e mostrarmos que somos capazes de fazer as coisas sem que o “Grande Irmão” decida o que devemos ou podemos fazer?

Sumpa.

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Sumpa

Junho 21, 2007 at 2:31 am (Uncategorized)


Like many other words, Sumpa has different meanings in the Tagalog Dialect. The two most used are :

A). an oath. In this form of meaning of sumpa, it pertains to a promise. It is usually a promise to do something, usually for a lover or a dead relative ( “Sinusumpa ko, ipapaghihiganti ko kayo, Itay!). Some lovers are nagsusumpaan or they promise each other that they will remain in love until the end of time, come what may!

B). a curse. Now this sumpa is what Im going to talk about. A sumpa is a curse given to a mortal enemy. It is usually spoken by the giver in a loud voice for all to hear.

We heard of stories about witches being burned and shouting, “Sinusumpa ko, babalik ako upang maghiganti!” (I promise I will come back to take revenge!). Now those are good examples of sumpa.

Now in kulam, there are some spells to curse or place a sumpa upon a victim or enemy. Although they are very effective, modern withces rarely utilize them these days.

One way is to create what they call the Bote ng Sumpa. Everytime you curse a person, it is said that his soul will be traped inside the bottle. I just don’t know how to make the bottle but I will reserch it promise!

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Glory Hole Christ Mother fucker.

Junho 20, 2007 at 8:03 pm (Uncategorized)

Deu em todos os jornais…
Vou fingir que isso não é mais uma grave mostra da presunção da Igreja Católica e tratar como se fosse algo realmente sério. Humpf! Não dá! Até a Sandra Annemberg riu. Não dá mesmo. A santa mãe igreja está perdendo espaço para o rebento rebelde ultraconservador e reacionário e decidiu ser mais… Atuante.
Nestes tempos em que responsabilidade social é uma palavra mágica, sugerir um código religioso de conduta no transito, além de hipócrita soa ingênuo. Nos países de maioria católica… Será que a culpa no trânsito passaria a ser das outras religiões? Uma sugestão imediata: Mudem o Vaticano ou cortem qualquer laços deste país cujo chefe de estado também é um líder religioso da Itália, famoso reduto dos viciados em velocidade. E das mais famosas marcas/escuderias também.
Enquanto umbigo do mundo, o Vaticano tem telhado de vidro, talvez por isso sua guarda seja suíça. Eles nunca se atrasam e defendem seu líder a qualquer hora.
Sabe o que a Igreja poderia fazer? Demitir os Anjos da guarda incompetentes! Sim, afinal de contas, em alguns países eles andam vagabundos. Os do Iraq… Não, lá a maioria é Muçulmana, mas já que tanto Iraque quanto Sarajevo são aqui, ta na hora de contratar anjos alemães ou russos. Funcionam melhor como protetores do que os subnutridos atualmente no mercado.
Imagine um anjo Schwarza segurando o carro e impedindo batidas. O exército poderia ser organizado como o de Win Wenders e repleto de “prompts for action” como nos quadrinhos de Super-Heróis. Não seria uma opção melhor do que todos esses códigos idiotas que são propagados por uma instituição falida que ainda quer rugir,mesmo sem os dentes?
Mais anjos da guarda de elite e menos falação, igreja… Talvez assim novos adeptos surjam. Principalmente aqui no Brasil em que Deus tenta rezar, mas com tem muitas balas perdidas e está moralmente escuro, ele não vê ninguém.
Bons anjos da guarda substituiriam os bunkers e os coletes a prova de balas que cariocas e paulistas adotaram no começo da “era da água com sabor”.
É, não estamos mais em Maryland. O que é bom, já que apesar de visualmente agradáveis, poucas mulheres são tão fortes quanto os shwarzas. Nem na religião, que tenta desde o ano 500 apagar tanto a fertilidade da mãe e da esposa do filho de seu Deus quanto a continuação da sua prole.
Não seria este o momento da Igreja católica se reinventar? Ela é uma Judia Russa velha: Sombria, azeda, antipática e resmungona que conquista os fiéis não pelo prazer de viver melhor sob suas leis, mas pelo medo de morrer e ir pro inferno. Já repararam que o cristianismo é a única religião que não prega o prazer da reprodução e defende isso em seus textos de um jeito que deixaria o velho Osama com inveja? Até os reprimidos japoneses tem seu festival anual de passar a mão na trosoba Xintoísta que passeia através do pais celebrando seu festival pagão gratuito.
Quer saber? Habemus Gabriel! Tilda Swinton é tudo de bom!
May the Schwarza be with you. He´ll save your back.
(Este é um daqueles trocadilhos maravilhosos de Mel Brooks Perdidos na tradução. Tá, ele usou o Schwartz, que virou salsicha, mas a tradução fez uso do contexto e do duplo trocadilho na frase)

Sumpa

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Junho 18, 2007 at 5:47 am (Uncategorized)

Chuuuuuuuuuuuuuuuuuu…

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versões

Junho 18, 2007 at 4:59 am (Uncategorized)

Será que todo mundo já percebeu que os “Irmãos Aventura” são Peter Parker e Freddie (do Scooby Doo) ou sou eu que preciso arranjar um emprego?
O desenho é uma versão retardada do Johny Quest, tanto que citam o Hadji e o “Race” Bannon morre num episódio.Isso óbvio. Foi um dos poucos escrachos bem feitos do Adult Swim.
Será que não está na hora de ter uma nova série do original? Estou ficando velho demais ou Homem-Pássaro, Space Ghost, Falcão Azul e o Laboratório Submarino renderiam um bom caldo nas mãos de um bom roteirista?
Todos esses desenhos da era atômica eram divertidos e mais dinâmicos do que muitos animes atuais.
Debochar de nosso bom passado é um erro de novato. Fazer algo diferente com o conceito é que é o Canal. Com os recursos que temos hoje em dia, o cinema poderia absorver facilmente a maioria desses velhos desenhos animados. Imagine o “Menino Pássaro” com suas asas metálicas voando em direção ao sol ou uma versão “Jurassic Park” do “Migh thor” ou do “Dino boy”.
Temos a estrutura e excelentes contadores de histórias.
Não deixem gente boa como Alex Toth Morrer em vão…Please.

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Deu no google.

Junho 15, 2007 at 2:21 am (Uncategorized)

Está comprovado: Mais uma vez o Sumpa Sabe audaciosamente foi aonde nenhum blogueiro jamais esteve! Inauguramos o buraco da traça e temos o Google como testemunha. Tomou? Só não pergunto o óbvio pra não apanhar de um marombeiro com quase 2m de altura.
Seja Bem-Vindo Miguel… Este foi aprimeiro de muitas aparições no google deste blog que será um “Must Read”.

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Ponto zero.

Junho 14, 2007 at 4:36 am (Uncategorized)

Eu já disse que adoro Charlie Kaufman e que vou estar na primeira fila de seu novo filme?

Poucos saberiam lidar com o desejo de ser como ou se tornar alguém famoso como foi feito em “Quero Ser John Malkovich”.

A tentativa de apagar importantes momentos de sua história de “Brilho eterno (…)”, por exemplo…

Alias, apagar momentos importantes de sua vida só porque eles foram divididos com alguém são a estética do momento. O mesmo pode ser dito das pessoas que reaparecem pedindo para apagar o passado.

Não é a mesma coisa. Nunca. Quer um exemplo?

Voltei a falar com aquela menina do namorado maluco. Um personagem recorrente na literatura “Sumpa Sabeana”? certo…

A doida que o namorado invadiu o mail dela pra simular uma penetração que não tinha em casa. Não, porque qualquer um decidindo a foder com a paciência de alguém não tem isso em casa e vem descontar nos outros. E é culpa minha se ela não vê mais os filmes da Jane Fonda e “workout” na sua casa virou coisa do passado?

E a palhaçada só parou depois que eu lembrei que o infeliz usava um mail de provedor pago e que – se me interessasse – eu conseguiria seus dados. Como nem toda descida perfeita satisfaz às brochas, ele ainda estrebuchou e reclamou. Mas se foi.

Ela voltou – um ano depois – cheia de desculpas, alegando que todos os fatos que não tiveram fotos foram culpa dele.

Isso é mal de capricorniano. A maioria é hipócrita e não assume as merdas que fazem. Até hoje, nunca conheci um que não investisse na imagem pública de bom puto. Capricorniano ama uma história mal contada tanto quanto ama estar sempre bem com todo mundo.

Uma tia costumava dizer que depois da casa arrombada, não adianta fechar a porta… Até porque isso é coisa de Libriano, que vive se arrependendo de todas as merdas que faz porque só tem duas fases: Indeciso e Egocêntrico. Nos dois casos delirantes. Algum dia, vou conhecer um desse povo ai em quem eu possa confiar em seus atos concretos sem para isso, eles tenham de usar uma betoneira.

“Esquece isso…” é a frase típica de um capricorniano. Suspeito inclusive que o personagem do Carey seja deste signo ou libriano, já que é mais normal ver pessoas desses signos querendo apagar o passado.

Todo o resto entende que – infelizmente – a vida tem que seguir seu rumo, independente do tamanho do papel higiênico necessário.

Sumpa.

Obs:. Pega virgem e coloca tudo no triturador.

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Estamos em falta de boas resenhas…

Junho 14, 2007 at 4:03 am (Uncategorized)

Se você, como eu, sente que seu gosto foi excluído de todos os sites e resenhas de jornal… Este é seu momento.

Em seu Blog: Buraco de Traça – Comendo livros no jantar, ele resenha de uma forma cool livros que atraem geeks e leigos.

Aqui fica a dica de alguém que espera ver o buraco da traça aumentar cada vez mais. No bom sentido sempre, pois além de ser espada e pegador, Mike Ribera é um velho amigo dos tempos do fanzine Covil, que a exatos vinte anos se dedicava a sutil polêmica que mudaria o mundo: Formatinho ou Formatão?

Bem, o resto é história. Das boas… Ele sempre soube estar no momentum certo de todos os melhores acontecimentos culturais de nossa cidade e hoje, certamente está utilizando sua visão de Bucaneiro em sua própria empresa. E eles tem a visão além do alcance.

Vinte anos? Uau!

Ultimamente tudo tem me lembrado que os anos quarenta estão chegando.

Sumpa.

O Link ta lá e aqui tb.

http://resenhandolivros.blogspot.com

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Ex bom é ex morto… Mesmo?

Junho 6, 2007 at 10:15 pm (Uncategorized)

Hoje, decidi mexer em temperos antigos e redescobrir sabores esquecidos. Sempre que alguém sai fazemos desta pessoa um tremendo vilão, capaz de destruir qualquer mundo. Vilões são os reflexos de nossas paixões, só isso. São pessoas a quem demos mais valor do que deveríamos. E este é todo o poder que elas tem sobre nós.
São só pessoas, no final e imaginar que elas tem de ser de todo mal é ingênuo. A idéia de matar todo um momento é ainda mais louca. Desaprender isso ou aquilo que fez de nós o que somos hoje em dia nos devolve ao recomeço do aprendizado. Logo, o que passamos perde todo o valor. Fica lindo num filme do Jim Carey, mas péssimo na vida real.
Estou experimentando o velho sabor… Sabe que não é ruim? A companhia que não era boa, mas tem que goste.
Que estas pessoas tenham sorte ou voltem ao esquecimento. Não faz diferença! Sua vida continua.

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Uma paixão óbvia: Doutor Estranho, O Mestre Das Artes Místicas.

Junho 6, 2007 at 9:42 pm (Uncategorized)

No meio de tantos personagens esbanjando testosterona e cheios de armas e poderes pra suprir seus paus, encontramos um personagem que não apenas tem conexões como é um profundo estudioso do self e de todos os universos conhecidos e desconhecidos.
Um médico com problemas que vai atrás de um guruh e termina sendo parte de um grande plano pra salvar o universo conhecido de todos os inimigos vindos do inconsciente coletivo. Magia, lembra?
Ray Bradbury disse – ou repetiu – que “magia é um tipo de ciência avançada demais para você compreender.” E quando paramos para perceber, palavras mágicas não passam de senhas pós hipnóticas que nos fazem acreditar na possibilidade daquilo que desejamos acontecer.
Stephen “estranho”, por ser um personagem de fantasia nos permitia conviver com princesas de outra dimensão, servos orientais e sábios indianos. E em suas histórias, visitamos o Templo de Ganesha, Ragadoor, a dimensão do pesadelo e os aspectos de Maya. Não podemos nos esquecer da viagem pelo ciclo reencarnatório da jornalista Morgana Blessing que seria a deusa do seu deus. Ou só mais um trocadilho para o romance de então. Em tempo: Blessed Be ou o nosso: ”Abençoado seja” é uma frase comum entre as praticantes de Wicca e outras vertentes de magia feminina. E a frase “She´s a Blessing” ou o Vernacular: “Ela é uma benção” é muito usada entre elogios apaixonados. Ou estou errado? E aqui voltamos para o delicioso hábito dos lisérgicos anos 60 de criar nomes com jogos de palavras. (mesmo que a personagem só tenha surgido em 1982)
Para um moleque devorador de livros, isso era mais interessante do que ver personagens urbanóides claustrofóbicos contando piadinhas enquanto sobem pelas paredes ou sentir todos os hormônios daqueles donos de imensos bastões trovejantes que aumentavam com batidas. E sequer estamos falando dos devaneios messiânicos que nos levaram a acreditar que um homem poderia voar. Na verdade, mais velho, eu descobri que muitos destes conceitos eram apenas “fumaça e espelhos”. Não tinham a ver com nada e como tudo da Marvel de então, funcionava porque era sonoro. Palavras que de tão absurdas nos transportariam direto para um mundo de fantasia.
Quando o mundo parou de tomar ácido e começou a usar cocaína o personagem foi descontinuado e perdeu toda a força de antes. O mundo foi tomado pelo corrosivo cinismo Yuppie. Na década seguinte, várias tentativas sem sucesso foram feitas. As vendas não suportavam uma revista solo do personagem que já teve roteiristas ou leitores melhores.
Quando a Marvel disponibilizou um teaser do novo vídeo do personagem eu fiquei feliz. Talvez a animação, se bem feita e sem preconceitos, dê um novo gás ao personagem que já foi citado em várias mídias e teve um telefilme infeliz nos anos 70 em que combatia a vilania óbvia de Morgana Le Fey.
Hocus Pocus! Será que alguma palavra mágica tornaria o personagem novamente popular neste momento em que a magia é discutida no jardim de infância e que um dos maiores Best-sellers mundiais é um menino bruxo criado por mortais? Ou este filão só é permitido para os sobreviventes dos cínicos anos 80 e para a versão mágica do sonho de poder infantil?
Estamos todos ficando velhos, mas este é um segredo para o “Olho de Agamoto”. …
Sumpa.

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