Dê a descarga em mim…

Abril 19, 2006 at 12:48 am (Uncategorized)

Privada emocional…

Não sei se já reclamei disso por aqui, mas putz… Ô gente complicada! Acabei de levar um gelo de uma pessoa que eu até gosto, mas confesso que pelo pouco prazer que sua passagem gerou, a quantidade de aborrecimentos não se pagou.

E ele levou um “toco”. Rs

Sabe que não é ruim? É melhor do que continuar fazendo algo que eu odeio: Servir de privada emocional pra gente sem cura. Num mundo de descartáveis e solitários, deveriamos estar mais preparados para a vida, mas a maioria não está.

I´m such a Drama King sometimes, mas pelo menos sei que minhas pregas não tem volta. Fico espantado com a quantidade de pessoas que circundam em volta de uma só história ou problema.
Alguns dias, me imagino num cavalo branco salvando todas as problemáticas. (E morrendo de inveja de minha montaria avantajada) Não, por que é assim que me sinto… Se elas tem algum problema e decidem “se curar” é a mim que recorrem… Fico espantado com a quantidade de gente assim que eu conheço.

Recentemente, uma pessoa veio com a idéia de que eu deveria ajudá-la a enfrentar a família, mas… De que adianta criar tiodo um estresse se depende da família inteira até pra não estourar a cabeça numa parede? Tem gente que é cega…
Elas inventam suas próprias histórias sobre quem se aproxima e depois temos de resolver suas “pendências passadas”. Odeio isso, sabia? Quando a menina fez de tudo e abre as intimidades pra quem quer e pra quem não quer também e depois procura um mané pra se fazer de santa pra família.

E a maioria dessas meninas torna isso uma obrigação nossa. “Limpa minha barra com a mami?”

Mas na boa? Você realmente se aproximou dela pra limpar uma barra já detonada por quem veio antes ou simplesmente pra passar bons momentos com a pessoa?

O resto vem com o tempo. Vira aquela coisa doentia que é uma pessoa carente pra cacete te alugando em todos os momentos – e quem me conhece sabe o quanto amo isso – e vc acaba tendo que distanciar. “

“Eu tenho os meus problemas/ você tem os seus/ variações do mesmo tema/ Dylan e seus dilemas”

E você tem de cantar isso pra pessoa. Cada um com seus problemas. Não posso mudar a sua história – nem quero – e foi justamente por ela que me aproximei. Vamos farrear!

Mas não é assim, né? E você perde o tesão por essas pessoas. É automático. E para de procurar pois tais relacionamentos surgem por causa do tesão incicial que não se mantém por causa da promessa falsa. E você vai arrastando com a barriga, dando linha até finalmente desaparecer.

Pena, né?

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A dialética da simpatia (ou controle de raiva)

Abril 6, 2006 at 3:42 pm (Uncategorized)

Não sei bem, mas não deveríamos ter um sinalizador de assuntos? Tipo… Um sinal toca quando alguém fala algo que não nos interessa e ela percebe. Viveríamos todos felizes e contentes, certo? Num mundo perfeito, de sonho.
A grande verdade é que somos todos carentes e “alugamos” os outros. Muitas vezes, com assuntos desinteressantes, o que nos distancia de pessoas que até gostariam de nos. (ou nos suportariam melhor) mas não é bem assim, certo? Se encontrarmos uma pessoa conhecida, desabamos sobre ela o nosso muro de lamentações sem saber se aquilo interessa a ela. Muitas vezes também faço isso, sou normal. Mas têm aqueles que só se aproximam pra isso.
Não estou reclamando – já que também faço – de quem comenta um problema como explicação de uma situação. Normal, não? E entre amigos, até é agradável. O “desabafar”. Reclamo sim, daqueles cujo discurso derrotista e monótono sempre se repete. Os eternos coitadinhos que sempre reclamam de problemas banais, solucionáveis para qualquer um – menos para ele – com o mínimo de visão.
Há problemas e problemas, é verdade… Assim como problemáticos e problemáticos. Passar por um momento é normal, não? O compulsivo tem tesão de reclamar. Muitas vezes por só ter aquele assunto. São pessoas desinteressantes cujo discurso ronda apenas os mesmos problemas de sempre ou novos, que na verdade são os mesmos com outra roupagem.
Os “coitadinhos” de plantão…
Será que não seria o caso de essas criaturas descobrirem que o mundo não gira em torno delas e que seus problemas – muitas vezes – são os mais solucionáveis do mundo. E lá vem eles de novo reclamando do almoço ou querendo nos mostrar os exames de fezes de suas vidas.
Já deu né?

Inté.

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Um conceito que não funcionou…

Abril 6, 2006 at 3:35 pm (Uncategorized)

Já parou pra reparar como os conceitos sempre mudam quando caem no (dês) gosto popular?
Já viu um símbolo que foi usado pelos negros nos anos 60/70, um punho fechado mostrando os dedos? Usado pelos Panteras Negras, creio… Um símbolo da negritude nagô, certo? Ledo engano e uma curiosa inversão histórica.
Na Itália dos anos 20/30, o mesmo símbolo foi usado para difundir um conceito inovador, onde a união faria a força. A imagem, mostrando que cada um dos dedos pode ser independente e ainda assim fazer parte da mão, (que quando fechada, torna-se mais forte) foi usado numa cruzada para reunir os ideais de um povo massacrado e empobrecido.
A história nos conta que o Fascismo foi uma coisa do demônio e todas as referencias a este símbolo (e a outros) nos lembram dos “erros” humanos.
O Mesmo pode ser dito do “Nacional Socialismo”. Um país pobre se recupera da miséria e se unifica graças a um conceito popular e com lideranças amigáveis que valorizavam a população.
Com a morte do Duque Ferdinand e a ascensão de um certo Chanceler, o Nazismo ficou conhecido mais pelos momentos sangrentos do que pelo que realmente era. E lendas como a de que Hitler inverteu um símbolo de prosperidade indiano para criar um dos mais temidos e odiados símbolos europeus também não ajuda.
Temendo represálias, imagens de Shiva e de Ganesha, tiveram suas suásticas retiradas. Apesar de estarem no processo certo, à assimilação subvertia a proposta de tais divindades. Por mais que Shiva, em sua fúria, pudesse ser considerado nazista. (No pior sentido: “A Destruição que vem antes de qualquer criação”)
No meio disso tudo, um partido Brasileiro, o PDT se declarou Nacional Socialista e durante os anos 70/80, teve um “Adolpho Hitler” pregando os anais do Brizolismo. Curiosidade: O brasileiro médio não sabe que: Nazismo = Nationale Sozialsm. E muitos seguiram uma religião criada pelo maragato que fugiu pro Uruguai vestido de mulher.
Os mesmos ideais, paises diferentes e um povo ignorante. Quando não ligados ao peso de um passado sangrento, a idéia de união popular é bem aceita. E pasmem! Nós os encontramos entre os maiores detratores dos dois sistemas. (que são o mesmo)
“Toguether We Stand, Divided we fall”, frase da música “Hey Hou” do Grupo de Rock Progressivo “Pink Floyd” fala exatamente disso. O Fascismo original vindo da boca de um conhecido grupo de “Peacenicks”.
E o ciclo se fecha, transformando um conceito assombroso numa citação de cultura pop. Não é curioso vê-lo na coca de seus detratores?
Inté.

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connecting principles… (parte 1: Such a…)

Abril 3, 2006 at 3:43 am (Uncategorized)

Já tentou controlar a histeria coletiva enquanto tudo ao seu redor explode? Estou tentando me manter calmo com uma bomba-relógio hormonal por perto. Imagine a cena: Sabirna sato é detonada ao vivo na TV e uma mulher desanda a chorar porque foi demitida grávida.
Vou morrer sem entender as mulheres… Ontem, relembrei um amigo que surtou. Gosto do cara, sabe? Já dei com um bastão de baseball na carta dele, saimos quebrando quase toda a mobília por causa de uma mulher e hoje nos damos bem. Colocamos pra fora o motivo do desentendimento e – depois que eu me separei – ele também teve um pedaço da menina. Amigos são assim, né? Desvios de caráter são suportáveis porque gostamos deles. Mulheres já tem aquela imagem de felicidade.
No dia anterior, a tensão e o controle.
Meu antigo sargento costumava dizer que entre duas pessoas furiosas, a melhor solução é um Ringue de boxe. Escoriações e ossos quebrados depois, vocês descarregam a testosterona, pensam e conversam.
Mulheres choram. Algumas não, claro. Mas a frase nunca foi “Drama King”. certo?

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