Telemar. (ou porque somos obrigados a engolir o que nos empurram até os ovos)
Ok.
Meu telefone finalmente foi instalado. 3 meses depois do pedido. Lindo, não? E ainda temos de pagar pelos extras da instalação. R$ 40,00 por não ser uma fiação direta. (veio para o quarto e não pra sala)Perguntei ao meu advogado no MSN e ele disse que eu tinha de arregar pq é assim mesmo. perai que eu ajudo a meter, tá?
Foi o serviço do dia do técnico, que queria instalar na sala e me fazer chamar alguém pra complementar o serviço dele.
Em algum miomento, começamos a pagar o preço das privatizações.
Quando imaginavamos que o preço da industria privada fosse mais atraente, somos apresentados a técnicos que não tem interesse e ainda sugerem to dos os tipos de barganha para fazer aquilo que são pagos para resolver.
Ainda lembro de quando os funcionários publicos faziam isso. na verdade, alguns deles até nos tratavam bem. Se encontrassem algo difícil, ficavam o dia todo e não precisavam fazer nada. iam pra casa.
os novos funcionários fazem isso também, mas mentem de todas as maneiras possiveis para que você não os demita.
E nos final, quem vai demitido é você. Só temos uma operadora de telefonia. Atreva-se a ficar sem o telefone deles.
Será que realmente avançamos?
The Blank generation
Blank Generation
>> Richard Hell And The Voidoids
I was sayin let me out of here before I was
even born–it’s such a gamble when you get a face
It’s fascinatin to observe what the mirror does
but when I dine it’s for the wall that I set a place
I belong to the blank generation and
I can take it or leave it each time
I belong to the ______ generation but
I can take it or leave it each time
Triangles were fallin at the window as the doctor cursed
He was a cartoon long forsaken by the public eye
The nurse adjusted her garters as I breathed my first
The doctor grabbed my throat and yelled, “God’s consolation prize!”
I belong to the blank generation and
I can take it or leave it each time
I belong to the ______ generation but
I can take it or leave it each time
To hold the t.v. to my lips, the air so packed with cash
then carry it up flights of stairs and drop it in the vacant lot
To lose my train of thought and fall into your arms’ tracks
and watch beneath the eyelids every passing dot
I belong to the blank generation and
I can take it or leave it each time
I belong to the ______ generation but
I can take it or leave it each time
I belong to the blank generation and
I can take it or leave it each time
I belong to the ______ generation but
I can take it or leave it each time top
A Uma semana do dia… (parte3)
Mas isso não impede o conformismo, tá?
Um bom exemplo disso: Voltei pra auto-escola. É, finalmente superei a imagem da menina nos ferros e decidi tocar a vida adiante.
Por auto-escola, subeentende-se um espaço apertado, pra people toys (a versão humana do Poddle Toy, aquele pessoal que tê dá nauseas só de olhar pq pra falar vc tem de olhar pra baixo, mas que na horizontal são uma maravilha) e cadeiras apertadissimas.
No meio do império do desconforto, encontrei o novo “seu polícia’, já que meu instrutor faz questão de usar o seu colete de instrutor da civíl e ser chamado pela alcunha. (Isso já não tinha acabado? Os proto já não estavam no seu cantinho…?)
Gente boa, aula interessante e o convite: “Dou aula numa escola de gente rica, vai lá e fala comigo que tem mais estrutura e eu te ajudo de graça”.
Uma menina , que confesso, achei bonitinha e normalmente não dou atenção aos animais em exibição ao meu redor, me perguntou sobre o lugar e nunca conseguia dizer direito.
Também, no caderno, anotou: “Novo Shopping leblon”. ( quase um anagrama, só que com as palavras – e não as letras – trocadas) E insistiu no erro.
Ai ela disse que tava voltando – e pagando tudo de novo – pq não confiou nela com um carro na mão… Achou que não iria passar.
Três salários mínimos pra coroar a burrice.
Pra que carro se ela poden puxar carroça?
E esta é a maioria.
Infelizmente.
A Uma semana do dia… (parte 2)
Por outro lado, os garotos estão virando nosso elo perdido… precisamos deles pra que as nossas coisas dêem certo… São mais competentes e preparados. Essa geração que está entrando ai tem de tudo pra nos superar.
Eles tem gás e tem diferentes conhecimentos e ferramentas que apesar de termos descoberto nas mesmas datas, descobrimos cronológicamente depois. Muitos de nós ainda brigaram com as tecnologias e somos extremamente jovens. E é justamente essa transição tacanha que ainda nos deixa meio perdidos. Somos jovens que cresceram acreditando que as coisas eram estáticas e estagnadas. Ai, o mundo aconteceu…
Eles já cresceram no meio da revolução. Ponto pra eles. Por isso funcionamos bem com eles: lembramos que há pra onde ir…rs
E estou sendo completamente sarcástico aqui.
A Uma semana do dia…
Estou rabugento, tá? Todo ano é a mesma merda e este não é diferente.
Mas eu ainca consigo rir com as situações ao redor.
Tirando o que se passa dentro da minha casa, que nem pra o CSI tá valendo hj em dia.
Encontrei o França… Seria legal, não? Não tenho tido muito interesse em reaver as velhas… “amizades”, mas boa parte delas ressurgem. Há momentos que eu quis, outros que não quero. Mas no meio disso sempre ganho uma peça nova. Entre a dificuldade de agir da maneira certa ( eu tava afim de ignorar o sujeito e ir embora, mas tinha que fazer hora) e o interesse de lembrar de outros tempos…
Não lido mais com gente que lida com a mãe do meu filho… pra mim todos são falsos. Mas nostalgia é uma puta, né?
Acabo agindo como sempre agi na presença da pessoa.
De lambuja conheci o Gabriel. E é neste ponto que entramos…
Uma das primeiras coisas que o babaca do bethoven – gente como ele só no diminutivo – me disse era que eu tava velho e que ele não tinha a minha experiência.
O beethoven é um babaca, do pior tipo: O que se leva a sério. Muitas vezes eu falo coisas parecidas, mas não estou nem um pouco sério… Ele acredita no que diz. (E vive pelo que acredita)
A história da Guerra branca entre nós quando eu só o ignorava é uma prova disso. Gente assim, a gente torce pra que um dia se ache porque senão são uma desgraça não só pra eles mesmos como pros bastardos que geram.
Mas realmente ele é bem novo e essa gente nova tem muito gás, usado pra nada. Ai, envelhecem e se arrependem.
Uma coisa engraçada que dizem muito: “Aquele velho tá parecendo um garoto”… Já pararam pra pensar que ele só está podendo ser garoto naquela fase?
Mas tem gente que só fica adolescente depois dos 30, que é quando pode finalmente pagar suas contas. Chega a ser engraçado ver que a nossa geração é a da contramão, porque somos velhos de 30 e pocos, 40 anos que brigam pra não sair do ninho.
De que outra maneira poderíamos fazer o que fazemos ganhando os baixos salários que ganhamos?
Poucos de nós realmente são bem sucedidos e estes não querem muito contato com os cangurus… Different Moods.
Funciona pros dois temas…
The Kids Aren’t Alright
Offspring
Composição: Offspring
When we were young the future was so bright
The old neighborhood was so alive
And every kid on the whole damn street
Was gonna make it big and not be beat
Now the neighborhood’s cracked and torn
The kids are grown up but their lives are worn
How can one little street
Swallow so many lives
Chances thrown
Nothing’s free
Longing for what used to be
Still it’s hard
Hard to see
Fragile lives, shattered dreams
Jamie had a chance, well she really did
Instead she dropped out and had a couple of kids
Mark still lives at home cause he’s got no job
He just plays guitar and smokes a lot of pot
Jay committed suicide
Brandon OD’d and died
What the hell is going on
The cruelest dream, reality
Tomorrow Wendy
Concrete Blonde
Tomorrow, Wendy
It is complete now
two ends of time are neatly tied
a one-way street
she’s walkin to the end of the line
and there she meets
the faces she keeps in her heart and mind
they say goodbye
tomorrow, wendy, you’re going to die
tomorrow, wendy, you’re going to die
underneath
the chilly grey november sky
we can make-believe
that kennedy is still alive
we’re shooting for the moon
and smiling, jackie’s driving by
they say good try
tomorrow, wendy you’re going to die
tomorrow, wendy is going to die
i told the priest
don’t count on any second coming
god got his ass kicked
the first time he came down here slumming
he had the balls to come
the gall to die and then forgive us
no, i don’t wonder why
i wonder what he thought it would get us
hey, hey, goodbye
tomorrow, wendy is going to die
hey, hey, goodbye
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
only god says jump
so i set the time
cause if he ever saw it
it was through these eyes of mine
and if he ever suffered
it was me who did his crying
hey, hey, goodbye
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
hey, hey, goodbye
tomorrow, wendy is going to die
hey, hey, goodbye
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
tomorrow, wendy is going to die
Escravidão e mentiras. (ou netway)
Ok.
Vamos fingir que eu acredito em virgens, no amor de gente que eu nunca vi e em historinhas de provedores… Vamos fingir que um velocímetro de provedor não seja uma daquelas coisas que nunca podem ser forjadas, ok?
Então pq caralho o meu shareaza não funciona?
Moro num lugar sem concorrência e sou obrigado a usar o Velox ou o provedor local. Internet via satélite – pro que eu faço – é delírio, ok? Mas confesso que uma semana pra baixar um arquivo de 20 mb é foda.
Somos escravos da modernidade e os programas crescem numa velocidade e diâmetro capazes de deixar o “Kid Bengala” invejoso. (ou com um daqueles complexos de inferioridade)
Mas meu provedor é uma hidra em que ninguém responde por nada. E eu sou paranóico, pois temo o “Grande Irmão” me observando e não apenas invadindo minha privacidade como cerceando minhas liberdades.
The more things change…
(SOU UM ESCRAVO DO COMPUTADOR…)
Computer love
Computer Love
>> Kraftwerk
Computer love
Computer love
Another lonely night
Stare at the TV screen
I don’t know what to do
I need a rendezvous
Computer love
Computer love
I call this number
For a data date
I don’t know what to do
I need a rendezvous
Computer love
Computer love
Kraftwerk
The Robots
>> Kraftwerk
We’re charging our battery
And now we’re full of energy
We are the robots
We are the robots
We are the robots
We are the robots
We’re functioning automatic
And we are dancing mechanic
We are the robots
We are the robots
We are the robots
We are the robots
Ja tvoi sluga, (I’m your slave)
ja tvoi Rabotnik (I’m your worker.)
we are programmed just to do
anything you want us to
we are the robots
we are the robots
we are the robots
we are the robots
we’re functioning automatic
and we are dancing mechanic
we are the robots
we are the robots
we are the robots
we are the robots
Ja tvoi sluga, (I’m your slave)
ja tvoi Rabotnik (I’m your worker.)
Ja tvoi sluga, (I’m your slave)
ja tvoi Rabotnik (I’m your worker.)
[repeat to fade]
We are the robots