Fevereiro 20, 2005 at 4:07 am (Uncategorized)

Em tempo:

Alguém pode me explicar a necessidade de as pessoas sempre sairem por cima?
Não sei porque recoloquei aquele blog como bookmark, mas bem… Coisa idiota, né? Ninguém posta que forçou a barra até que alguém aceitasse e saiu corrida da casa da pessoa porque já tinha ficado tempo demais.
Ninguém comenta que desde que acordou neste dia, estava incomodando o dono da casa que era o único responsável pela estadia da pessoa no local, uma vez que ninguém lá gostava nem queria a sua presença no recinto, com um monte de comentários tronxos e fora de situação, o que fez com que ele gritasse: “Porque ela não vai embora!!!”
sabe porque ninguem comenta isso? Porque o dono da casa é burro e trata todos como se fossem gente. E numa fase em que ele não quer ter inimigos isso significa muito.
Porque as pessoas nos tratam como se não fossemos importantes e acham que fazem diferença na vida de alguém que sequer se lembra delas direito?
Acidente e falhas de memória realmente significam alguma coisa. A idéia da fila andar pra os dois lados também.
Mas sabe o que é mais divertido? Estou reclamando por reclamar. No fundo – pelos motivos que citei – não faz a mínima diferença. A proveito a trégua pura e simplesmente porque não tenho nada contra nem a favor de ninguém. Estou curtindo minha vida nova e tentando emplacar todos os projetos que vierem pela frente, dentre eles, um com ela, que até o momento não me mostrou nada pronto, o que realmente me incomoda porque tenho o hábito de interferir em todos os pontos da criação das minhas idéias e me dou ao direito de mandar um desenhista refazer todo o trabalho se ele não me deixar ver a coisa sendo feita. Por isso muita gente me odeia e a tem trabalho que nunca vai pro pau.
Não é qualquer um que me atura como roteirista e com ainda menos pessoas eu me dou ao luxo de ser delicado.
São as minhas idéias. Quem me culpa?

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Fevereiro 20, 2005 at 4:07 am (Uncategorized)

Estava pensando no gato quantico quando entendo o erro que cometi nos últimos anos: O gato morre porque você abre a caixa e o mesmo vale se vc tentar “recriar” uma pessoa. Quando se junta uma quantidade grande de opiniões diferentes gera-se apenas confusão, nada além.
Todo o trabalho de criar uma nova personalidade para quem alguém comece a te ver diferente e só depois voltar ao meio do qual você saiu é uma das coisas mais idiotas que vi na vida.
O tempo que você gasta pra criar uma nova impressão também é o tempo da insatisfação.
O gato sempre vai morrer no final e as possibilidades deixam de ser uma opção quando a caixa é aberta.

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Fevereiro 20, 2005 at 3:59 am (Uncategorized)

Eu ainda vou descobrir um ditado melhor do que aquele sobre os ratos abandonarem os navios quando ele está afundando…
Ao menos neste navio eu confesso que só afunda quem quer e se quiser.
Acordei pra uma coisa muito importante: Estou aqui e posso me aproveitar dessa cidade filha da puta.
Uma hora vc tem de lembrar quem realmente é e o que pode fazer.
Não posso dizer que não fui avisado de nada, só que optei por viver certas possibilidades por comodidade e pra esgotá-las.
Uma coisa que tenho feito ultimamente, mas de maneira extremamente sutil tem sido ver quem do meu passado se encaixa no meu momento. Aos poucos, estou procurando as pessoas legais com a mesma intensidade que conheço gente nova, abandonando a uma idéia maluca que tive nos últimos anos: Voltar ao começo, do nada. Tenho um bom background. As pessoas se encaixam ou não.

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Fevereiro 15, 2005 at 11:43 pm (Uncategorized)

Algumas pessoas que chamamos de amigos são bizarras.
Voltei a falar com um sujeito que achei que tinha se perdido em algum anus histórico. Gente boa, conhecido desde 90, quando o Ofeliano de Almeida fez seu Workshop.
“The more things change…”
A criatura fez uma brincadeira sobre cds piaratas e uma eventual prisão. Sei lá…
pra emendar, comentou que tem dois (?) cds piratas.
mas hoje em dia, amiguinho?
Putz.

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Fevereiro 11, 2005 at 11:53 pm (Uncategorized)

I see a red door and I want it painted black
No colors anymore I want them to turn black
I see the girls walk by dressed in their summer clothes
I have to turn my head until my darkness goes
I see a line of cars and they’re all painted blackWith flowers and my love both never to come backI see people turn their heads and quickly look awayLike a new born baby it just happens ev’ry dayI look inside myself and see my heart is blackI see my red door and it has been painted blackMaybe then I’ll fade away and not have to face the factsIt’s not easy facin’ up when your whole world is blackNo more will my green sea go turn a deeper blueI could not foresee this thing happening to youIf I look hard enough into the settin’ sunMy love will laugh with me before the mornin’ comesI see a red door and I want it painted blackNo colors anymore I want them to turn blackI see the girls walk by dressed in their summer clothesI have to turn my head until my darkness goesHmm, hmm, hmm,…I wanna see it painted, painted blackBlack as night, black as coalI wanna see the sun blotted out from the skyI wanna see it painted, painted, painted, painted blackYeah!

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Fevereiro 11, 2005 at 10:16 pm (Uncategorized)

Alguém pode responder qual é a verdade em tudo que eu tenho dito ultimamente?

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Fevereiro 10, 2005 at 6:37 am (Uncategorized)

Ainda da série: Coisas que eu nunca faria, mas que hoje acho divertidas…

A minha amiga Val me mandou mais um Sample do projeto que estamos fazendo juntos. Nunca pensei que quase 20 anos depois, fosse pegar a história do “Livro das Sombras” e transformá-lo num conceito teen. Sempre me achei sério demais pra isso; um Alan Moore! E que iria mudar o mundo do meu quintal ou num fanzine que ninguém lia ou numa editora que sempre roubava seus autores…Mas ai percebi que escrever é divertido e que gosto na verdade de sentir as diversas possibilidades de roteiro que cada estilo pode me oferecer. O domesticado “Sumpa”, que pra se distanciar do passado virou: “Alec Smart” é uma criatura tão apaixoinada por roteiro e quadrinhos em sí que escreveria Disney e adoraria.

(Em tempo: O Alan Moore antes de Watchmen escreveu de tudo porque tinha de pagar as contas como roteirista e conheceu todos os tipos de linguagem também)

Sei lá… Gostaria de mostrar pra minha musa do projeto o material novo. A Larissa cedeu corpo e alma pra história e se divertiu com o roteiro. A arte simples e maravilhosa da Val é a cereja do projeto.

É por isso que gosto de trabalhar com mulheres… A arte é mais sutil e sensível para o que realmente deve ser feito. Homens nem sempre prestam atenção nos detalhes certos.

Vou lamber a cria e volto já.

Felizemente ainda não inventaram máquinas do tempo. (risos)

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Fevereiro 10, 2005 at 6:23 am (Uncategorized)

Qual o pior pesadelo pra um desenhista? O Steffani Renee teve descolamento de retina e perdu 10% da visão. Próxima pergunta…?

Putz…

Fico imaginando se algo assim acontecesse comigo. Sou completamente visual e tento manter miopia e meu astigmatismo por volta de 1 grau desde que me lembro. Já tive seis… Regredi.

Eu era um daqueles garotos esquisitos com óculos quase fundo de garrafa pq até os 18 anos ainda usava lentes de vidro… Medo de perder a visão por arranhões no plástico que me permite enxergar…

Hoje, não me vejo sem ele. Vidro quebra a toa. Até as lentes ficaram pra trás. Gosto do peso no nariz. Sei lá, é confortável depois de tantos ans.

E confesso que torço todas as noites para ter olhos e usá-los por muito tempo.

Boa sorte, Renee… Ainda quero reclamar dos seus atrasos por muito tempo.

Também desejo sucesso para o “The Ant” agora que tá na casa do larsen.

Vai que emplacamos algum dos nossos (seus) projetos por lá.

Sabe o que é engraçado? Se o Assumpção escroto de 10 anos atrás visse que o atual esta feliz porque um dos amigos está na editora que tanto combatia se mataria só para que a idéia de se misturar com essa “gentalha” nunca lhe passasse pela cabeça… Imagina mandar uma submission praqueles putos…. (risos)

Acho que o mais divertido de crescer é justamente ter uma memória tão boa quanto a minha, capaz de invejar elefante. (risos)

Perai que vou pra aguinha porque estou morrendo de vergonha das babaquices que já falei quando me achava grandes coisa. (risos)

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Fevereiro 9, 2005 at 6:58 pm (Uncategorized)

Não deveria, mas vou…

Me responde uma coisa: Porque somos tão doentes a ponto de lidar com memórias e achar que é possível lidar com elas da mesma maneira?

Ultimamente, tenho lidado com esta sensação em doses maciças. Começou na frança e veio dar no Brasil.

Sabe qual o problema? Quando não há mais os olhos do coração, os olhos reais nos dizem que este ou aquele canto é melhor… E ai começamos a ter problemas.

O tempo simplesmente passa e deixa de ser interessante ou confortável.

Sei lá… perceber que não rola é um grande arte. Depois que o coração fica míope ou cego, a boa da vez é não durar mais do que o tempo necessário em qualquer lugar ou situação e assim vivemos bem demais.

Não é agradável quando passamos da linha do “Wilkomen” para a do Incômodo. Pena.

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Fevereiro 9, 2005 at 6:23 pm (Uncategorized)

Sei lá, mas… Em algum momento eu me pergunto se sagitarianos realmente devem ser tão volúveis…

Ok, isso entra na fase de questionamentos e fechamentos que ando. Como todos sabem, só estou no maldito “Rio das Desilusões” pra fechar a tampa de vários caixões.

Estou negociando uma mudança de estado e mais uma vez, uma pessoa me espera. Não é a Bel e provavelmente não uma namorada, mas uma pessoa com quem tenho alguns planos que só esperam a conclusão da confusão familiar em que me meti.

Odeio ser o último e crescer dói muito, mas pela primeira vez na vida eu estou tentando assumir minhas responsabilidades e virar um adulto responsável.

Soa estranho quando digo que estou tentando fumar cachimbo com meus desafetos e não ter – nesta fase – mais do que os inimigos necessários. Acho que a vida é isso, né? Sem grandes conspirações ou ilusões. Só o que você realmente pode ver e contar. E mais importante: Sem contradições, que apesar de divertidas, te desacreditam.

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